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Do Rio de Janeiro para o Mundo

 

O Samba é patrimônio brasileiro e mundial!

Difundido entre os morros e favelas do Rio de Janeiro, as rodas de samba desceram para o asfalto e se espalharam pelo mundo.

Roda de Samba é o método mais original de tocar samba, interegir com o público e sentir a energia do batuque!

 

A Roda de Samba de Vando Oliveira

Mantendo as tradições de sua cidade natal (Rio de Janeiro), a roda de samba é um dos shows mais pedidos pelo público. São selecionados entre 6 a 8 músicos da banda de Vando. Onde tocos tocam, cantam e interagem diretamente com o público.

O show tem em média 3 horas de duração. Mas, pode seguir até o dia amanhecer “como nas tradicionais rodas de samba”.

Entre os principais instrumentos estão: Cavaquinho, Banjo, Violão 7 cordas, Tantan, Pandeiro, Surdo, Repique de mão, Tamborin e Reco-Reco.

O Repertório?

Não há regras para o repertório na roda de samba. Porém alguns estilos de samba são mais bem aceitos pelo público. São eles: Partido Alto, Samba Dolente, Samba de Raiz e os Versos.

Espaço Necessário?

O espaço para uma roda de samba é totalmente flexível. Depende do numero de convidados que o contratante está esperando. A roda de samba tanto pode ser feita na rua, ou em um pequeno bar para 100 pessoas, quanto em uma arena para 3.000 pessoas.

Limite Mínimo de Músicos?

Mais um ponto que não há regras. Porém, Vando Oliveira gosta de manter um nível de qualidade e fidelidade que o Samba pede. Então, em seu caso o limite mínimo de músicos para fazer uma boa roda de samba são: 5

História:

Nascido da cadência dos terreiros, o Samba cresceu nos quintais. 

No princípio era apenas um encontro para celebrar as raízes africanas na casa da Tia Ciata. Seu Quintal foi o palco de reunião das tradições culinárias, sonoras e de danças.  Assim a roda criou-se, promoveu a troca de experiência, de conhecimento, de sinergia e expandiu-se para os demais quintais, onde acabou se reunindo em Grupos, depois em Escolas de samba dos anos de 1940 e 1950. 

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Em meados de 1960 e 1970, os compositores retornaram à tradição dos quintais. Ali se reuniam para mostrar seus sambas, seu batuque o que promoveu em 1980 uma leva de compositores criados nesse bom ambiente, com o aplauso daqueles que já faziam parte dele: Candeia, João Nogueira, Nei Lopes, D. Ivone Lara, Wilson Moreira, Seu Monarco, Martinho da Vila e muito mais.

A partir da roda de samba dos quintais, surgia a nova geração : Almir Guineto, Arlindo Cruz, Jorge Aragao,  Mauro Diniz, Luiz Carlos da Vila, Pedrinho da Flor, Elaine Machado, Beto Sem Braço. O Samba se renovava regressando ao seu berço, a roda de samba! 

Até hoje, a sobrevivência de vários artistas do samba, sejam eles compositores, intérpretes ou instrumentistas, se deve a essa ação cultural espontânea que se denomina roda de samba.

Aos poucos,  as rodas que ficavam escondidas nos terreiros interioranos e  fundos de quintais do subúrbio, sob o manto de manifestação religiosa, acabou ecoando pelos bairros da periferia, pelos morros,  pelo mundo reunido multidões de apaixonados pelo bom e velho samba autêntico.

Respeite o Grito Popular.

 

 

E não esquece sua missão

 

 

De transmitir a mensagem, que desceu do morro e ganhou o mundão.

 

Vando Oliveira.

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